Saiba um pouco mais sobre Hipertireoidismo

5th março, 2011 por Selma Isis Peigo | Saúde.


Recentemente o jogador de futebol Ronaldo Fenômeno anunciou sua aposentadoria nos gramados e de que sofria de disfunções na glândula tireóide, deixando-o acima do peso. Com essa declaração, a doença tornou-se assunto de discussão em todo o país. Mesmo sendo um problema comum, somente após a declaração de uma pessoa pública é de que o hipertireoidismo veio à tona. E você, sabe tudo sobre a doença ? Leia a seguir mais informações a respeito.

O hipertireoidismo é a alteração na glândula tireóide existente em nosso corpo, aumenta a produção de dois hormônios, o T3 e o T4. No início da doença, o problema é suave e provoca poucos sintomas, como fraqueza, cansaço e desconforto.

No entanto, se a doença não for tratada, ela pode evoluir e se transformar em grave, e que pode até mesmo levar o paciente à morte se não for feito o tratamento médico adequado. Uma das manifestações da gravidade da doença está no aumento da glândula tireóide, que fica na região do pescoço, e o surgimento de dois ou mais nódulos no mesmo local. Também surgem os seguintes sintomas nos casos mais graves:

Fadiga, ansiedade, nervosismo, irritabilidade;

Fraqueza muscular (em especial nos braços e coxas), emagrecimento, insônia, palpitação e taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos);

Intolerância ao calor, tremores, a pele fica quente e sedosa e suor excessivo;

No caso das mulheres, ocorrem alterações no ciclo menstrual ou então no caso das grávidas, aumenta o risco de aborto;

Aumenta o risco de osteoporose (doença nos ossos), com maior possibilidade de fraturas.

Em alguns casos, os pacientes podem ter dificuldades para enxergar por causa do inchaço dos tecidos ao redor do globo ocular.

TRATAMENTO- O medico endocrinologista é o profissional mais indicado para o tratamento do hipertireoidismo. Após avaliação clínica, ele poderá optar por três meios de tratamento: medicamentos por via oral, cirurgia e iodo radioativo, até que a doença se estabilize, o que pode levar em média dois anos.

 

Fonte: Rafael Reinehr – Médico Endocrinologista

Por Selma Isis Peigo

Publicidade

Assunto: informação, saúde

Deixe um comentário