
[ad#banner-300x250]
Se o seu filho está ingressando na adolescência, está muito tímido, anda curvado, faz uso de camisetas e blusas bem largas, e se recusa de participar de qualquer atividade em que precise tirar a camisa, pode ser que ele esteja sofrendo com a ginecomastia, que é o crescimento das mamas em meninos.
A ginecomastia costuma aparecer na puberdade.Médicos apontam uma incidência de 65% nos meninos de 14 e 15 anos. Essa condição das mamas tende a desaparecer nos últimos anos da adolescência, com incidência de 7%, quando os rapazes atingem os 17 anos de idade. E com o passar os anos, a ginecomastia pode voltar a aparecer nos homens idosos, chegando a atingir 30%.
Esse problema não precisa ser resolvido necessariamente por cirurgia plástica, por isso não existem estatísticas oficiais sobre número de procedimentos no Brasil. As mamas acabam por regredir sozinhas em muitos casos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-SP) estima que 22 mil cirurgias são feitas anualmente no Brasil para corrigir a anomalia.
Especialistas costumam indicar o procedimento cirúrgico quando a anomalia surgir durante a adolescência, para evitar que o menino passe por constrangimentos sociais, já que está em uma fase de formação de sua personalidade e auto-estima.
Isso acontece porque geralmente o jovem que tem o problema fica muito envergonhado e introspectivo. Após a cirurgia, o jovem fica mais confiante e volta a se integrar no seu grupo de amigos.
A ginecomastia é dividida em três tipos:
Ginecomastia verdadeira: a glândula mamária se desenvolve;
Pseudoginecomastia: provocada devido ao excesso de gordura na região peitoral;
Ginecomastia mista: quando há uma união das duas causas.
Segundo especialistas, 50% dos casos são de ginecomastia mista. Os procedimentos cirúrgicos são: primeiro o paciente passa por uma lipoaspiração e depois é retirada a glândula mamária.
Além de origens fsiológicas, a ginecomastia também pode aparecer por causa do consumo de maconha, cerveja e anabolizantes. Alguns tipos de medicamentos como antidepressivos ou anti-hipertensivos também provocam a ginecomastia como efeito colateral.
Por Selma Isis
|
|