[ad#banner-300x250]
Neste artigo abordarei as etapas fisiológicas e os sintomas que diferenciam um ovário normal de um ovário policístico. No Brasil, o distúrbio denominado “Ovários Policísticos” afeta de 10% (dez por cento) a 15% (quinze por cento) da população feminina. Esta patologia pode gerar um pacote de adversidades à saúde da mulher, como a obesidade, gordura abdominal, colesterol, pressão alta, diabetes e doenças cardiovasculares.
Ovário Normal – Etapas
A hipófise, glândula que se localiza no cérebro, secreta o hormônio LH, o qual estimula a produção de androgênio pelos folículos;
- O androgênio, hormônio masculino, atua no desenvolvimento do folículo e está associado à produção de estrogênio – hormônio feminino;
- O FSH, outra substância sintetizada pela hipófise, age sobre o folículo transformando o androgênio em estradiol. Este processo garante o desenvolvimento do folículo;
- Quando os ovários funcionam normalmente, apenas o folículo mais apto amadurece por completo. Será este folículo quem liberará o óvulo e permitirá a ovulação.
Ovário Policístico – Etapas
- No distúrbio policístico a mulher produz o hormônio LH em quantidade acima do normal, o que eleva a fabricação de androgênio;
- Há também uma queda na síntese de FSH, e isso impede que o excesso de hormônio masculino seja convertido para a sua versão feminina;
- Em decorrência da patologia, ocorre um desequilíbrio, haja vista que, os folículos não se desenvolvem o suficiente para liberar os óvulos e se transformam em cistos. Assim, o excesso de hormônio masculino não decantado no processo migra para as gorduras onde vira estrona, que é um tipo de estrogênio que desequilibra a hipófise e afeta o LH e o FSH feminino.
Artigo escrito por Gustavo
Gustavo Spirandelli é advogado, Pós-graduado em Direito Público, Pós-graduado em Desenvolvimento Gerencial / Empresarial, e Especialista/MBA em Marketing e Estratégias de Comunicação. Contato – spirandelliblog@hotmail.com
Publicidade
|
|