
As novas técnicas para dormir um sono tranqüilo e em silêncio auxiliam no distúrbio do ronco. O ronco pode obstruir o sono e causar, até mesmo, uma parada respiratória temporária, uma hipertensão, um acidente vascular cerebral ou doenças cardíacas.
Visando detectar a intensidade do ronco, a medicina já desenvolveu centros de análises de roncos, onde se afere a intensidade do distúrbio e as possibilidades de tratamento médico. O ambiente onde o repousante fica é equipado com ‘TV’ infravermelha para registra os movimentos, monitores que medem o nível de oxigênio no sangue, as ondas cerebrais, a respiração e os batimentos cardíacos.
Há também, à disposição do paciente, sensores para detectarem os movimentos oculares, as contrações nas pernas e a atividade do músculo o queixo, além de um pequeno aparelho que registra o fluxo de ar expirado pelas narinas. A verdadeira causa do ronco é a obstrução parcial da passagem superior de ar entre o nariz e a laringe.
Alguns casos graves do distúrbio do sono precisam de intervenção cirúrgica, de modo a ajustar os tecidos moles (a língua, o palato mole, as adenóides e a úvula) responsáveis pelo excesso de barulho. Dentre os procedimentos cirúrgicos, normalmente indicados, estão: a uvuloplastia (cirurgia a laser para o ajuste dos tecidos moles) e a somnoplastia (técnica que utiliza ondas de freqüência de rádio para encolher os tecidos moles).
Artigo escrito por Gustavo
Gustavo Spirandelli é advogado, Pós-graduado em Direito Público, Pós-graduado em Desenvolvimento Gerencial / Empresarial, e Especialista/MBA em Marketing e Estratégias de Comunicação. Contato – spirandelliblog@hotmail.com
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Assunto: causas do ronco, intensidade do ronco, tratamento do ronco