O derrame cerebral ou apoplexia é a terceira maior causa de morte no Mundo, e também, a maior causa de invalidez em adultos. Muitas vidas poderiam ser salvas se as pessoas reconhecessem os sintomas prévios de um derrame. Dentre alguns sinais desta patologia temos: dificuldade de falar ou entender frases simples; súbita fraqueza, dormência ou paralisia do rosto, braço ou perna; súbita obscuridade ou perda de visão; súbita e forte dor de cabeça; e, por fim, tonturas temporárias ou perda de equilíbrio / coordenação.
Pesquisas e estudos recentes atestam que, um atendimento rápido pode minimizar as conseqüências de um derrame. São precisos, no pronto atendimento, neurologistas, neurocirurgiões, cirurgiões vasculares, médicos de urgência, e auxiliares médicos, de modo que, todos estes profissionais trabalhando em conjunto podem minimizar o risco de morte em um paciente acometido pela apoplexia.
Cerca de 80% (oitenta por cento) dos ataques de derrame são isquêmicos, ou seja, provocados por um coágulo sanguíneo que obstrui a circulação. Os outros 20% (vinte por cento) dos ataques apopléticos derivam de hemorragias, que ocorrem quando o coágulo se forma numa artéria do cérebro e ali se aloja.
O derrame é uma patologia assustadora, pois na maioria dos casos, deixa seqüelas e deficiências. Pode-se diminuir, significativamente, a possibilidade ou o risco de ser acometido pelo derrame corrigindo ou controlando os fatores de risco, e também, através de mudanças no estilo de vida.
Artigo escrito por Gustavo
Gustavo Spirandelli é advogado, Pós-graduado em Direito Público, Pós-graduado em Desenvolvimento Gerencial / Empresarial, e Especialista/MBA em Marketing e Estratégias de Comunicação. Contato – spirandelliblog@hotmail.com
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Assunto: derrame, derrame cerebral, estilo de vida