A massoterapia faz o uso das mãos como meio de tratamento, com o objetivo de circular a energia vital do paciente, tendo como base os princípios da anatomia tradicional aliado com a Medicina Chinesa e a Bioenergética. “É impossível ser um bom massagista sem ter conhecimentos substanciais de Anatomia e Fisiologia humana”, explica a massoterapeuta Lenir Aranda.
A massoterapia considera duas anatomias: uma topográfica, usada pela Medicina Clássica, e outra parafísica, energética, encontrada somente nos seres vivos. Essa última se refere aos canais energéticos do corpo, cuja energia vital vai sendo consumida até antes mesmo da morte clínica.
“Em se tratando de massagens, é impossível separar as duas anatomias, uma vez que qualquer doença em uma víscera ou em um órgão sempre se origina no campo energético, sendo, portanto, imperativo que se trabalhe nos dois campos anatômicos”, explica a profissional.
Segundo a massoterapeuta, é justamente nessa parte que reside o sucesso da massagem, seja ela terapêutica, energética ou relaxante. “Qualquer doença em uma víscera ou órgão se origina no campo energético”, acrescenta.
Esse tipo de massagem é excelente para a recuperação de traumas (mediante liberação médica) ou para a recuperação de cirurgias plásticas e de lipoaspiração. Durante a massagem, o profissional pode fazer uso de rodelinha de moxa, de agulhas de acupuntura, copinhos de ventosa ou de aparelhos especiais.
Essa técnica de massagem traz diversos benefícios, como a estimulação da circulação sanguínea, bem como ajuda a eliminar resíduos metabólicos do corpo. Além disso, a massoterapia pode ser aplicada para prevenir lesões e distensões, que podem surgir devido ao excesso de tensão do paciente.
Além disso, a massoterapia é uma aliada contra o estresse, bem como melhora o humor e favorece o relaxamento. Vale lembrar de que é importante que se tenha cuidado com afirmações de que a técnica é “milagrosa”. Mesmo trazendo benefícios à saúde, não existem provas científicas de que a massoterapia cura doenças, dessa forma, o paciente deve prosseguir com o tratamento médico convencional, utilizando a massoterapia somente como um complemento.
Por Selma Isis
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