[ad#banner-300x250]

Um livro de poesias destinado ao público infantil, tem um enredo bastante incomum: o garoto Max, após tanto esfregar e coçar o seu olho esquerdo, o arranca, sem sangue, nem dor e tem a surpresa de vê-lo fora de seu corpo, e passa a explorar o mundo curiosamente, até parar no fundo do mar.

Esta é a história de “As aventuras de Max e seu olho submarino“, do escritor mexicano Luigi Amara. A obra de fantasia é narrada por uma sequência de poemas em variados formatos, como haikus, sonetos e quadras, que se destina a contar as estripulias do olho solto do menino Max, que acabou ficando caolho.

A obra ajuda os jovens leitores a ingressar no universo da poesia, através de elementos que unem o absurdo, humor e até mesmo o escatológico, que o autor pretende demonstrar de que todos nós somos um pouco esquisitos. Nesse ponto, Amara apresenta os demais personagens: o avô de Max, que acredita no neto, não deseja envelhecer, enquanto que sua tia, que costura seu tapa-olho, sonhe de olhos abertos.

A mãe do menino faz dietas estranhas, e a sua irmã, Maria Camila, possui estranhos costumes, como comer mato, o que deixa o garoto desconcertado. Por fim, até seu pai e o seu gato de estimação entram na história de Max, o garoto que tem a capacidade de enxergar dois mundos simultaneamente:  onde está e outro debaixo d’água, em que parou o seu olho arrancado.

No caso do olho submerso, este observa muita coisa de dentro de uma ostra: os mais diversos seres marinhos, as palmeiras de água e enormes baleias quase do tamanho de ilhas, ilustrados pelos desenhos divertidos de Jonathan Farr.

Indicado para crianças a partir de 10 anos de idade, “As aventuras de Max e seu olho submarino” possui  64 páginas e está sendo vendido ao preço médio de R$ 30,00 nas melhores livrarias.

Para saber onde comprar, acesse o site: www.edicoessm.com.br

Por Selma Isis

Publicidade