
Enterrado Vivo é um imperdível filme de suspense que estará disponível nos cinemas a partir do dia 10/12/2010 e com Ryan Reynolds, Robert Paterson e José Luis García sob direção de Rodrigo Cortés.
Enterrado Vivo relata a história de Paul que é um contratante a serviço no Iraque, após um ataque de um grupo rebelde ele é enterrado vivo dentro de um caixão. Com apenas um isqueiro e um telefone celular é tem de travar uma corrida contra o tempo para escapar dessa armadilha mortal.
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A história não tem um propósito, o vilão não é vilão e o mocinho não é mocinho, é um cara comum que não tem nenhuma qualidade especial nem um grande drama para resolver( além do confinamento, é claro}. E o ponto principal é exatamente esse, o único problema que o protagonista tem para resolver ele não tem como fazê-lo pois está confinado, ou seja a única celeuma imposta à trama não pode ser selecionada pelo único personagem que aparece fisicamente no filme, mas sim por outros personagens que pouco interesse tem em solucionar a questão. Além do que, por mais que choque as pessoas, governo de país nenhum sairia pagando resgates milionários para sequestradores.
O filme se resume a uma história simploria onde a única dúvida é se Ryan Reynolds vai ou não conseguir sair do caixão. Cheio de falhas no fraco roteiro, como por exemplo um isqueiro tipo Zippo no qual o fluído dura horas, quando se sabe que o fluído utilizado por esses isqueiro não queima mais que dez minutos interruptos, uma cobra que de repente aparece dentro do caixão, ainda mais dentro da calça do personagem e para piorar sai do caixão cavando a terra, o oxigênio que num espaço daquele tamnho, e com isqueiro queimando continuamente, não duraria uma hora, lá dura mais de duas, além da questão de Mark White, (fundamental no desfecho).
Levando-se em consideração que Mark encontrava-se sequestrado e não salvo, contrariando o que o policial disse a Paul, como foi identificado em segundos na hora do desfecho final? Filmes dessa natureza já foram melhor explorados como no caso de “Por um fio”, onde o drama passado pelo protagonista vai muito além das ameaças de morte, o vilão pretende que ele assuma seus erros para esposa, amigos e para ele mesmo, a trama é muito mais complexa. Em “Enterrado vivo” a sensação que se tem é que a história poderia ser contada para um amigo em dois minutos, com riqueza de detalhes. Como disse no início, o ponto alto é a originalidade e a coragem para produzir um filme passado completamente dentro de um caixão, fora isso não se tem grandes atrativos.
As pessoas tem que acabar com essa cultura de “pseudointelectuais” de que filme bom acaba mal, ou que se você sair insatisfeito do cinema é porque não entendeu o filme. Se uma piada não fizer você rir não quer dizer que você não a entendeu, ela pode apenas ser “RUIM”. Assistam e tirem suas conclusões. Para mim ficou devendo.
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