O Bullying, prática de estudantes que consiste em provocar e ridicularizar um colega de escola rejeitado pelo grupo, é uma grande realidade nas instituições de ensino, desde o ensino fundamental até o universitário. Um dos exemplos foi o caso de uma estudante de uma faculdade de enfermagem no Estado de São Paulo, que sofreu fermentos graves, vítima de bullying.
Para combater essa prática terrível, as Faculdades Metropolitanas Unidas –FMU lançam uma cartilha em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para orientar profissionais do ensino a enfrentar e acabar com o problema nas escolas privadas e públicas.
A cartilha “Bullying – Justiça nas Escolas”, da professora Ana Beatriz Barbosa Silva, será lançada oficialmente em um evento no dia 23 de maio, a partir das 19h30 no Auditório da Casa Metropolitana do Direito, que fica na Avenida da Liberdade, 749, 5º andar- Bairro da Liberdade- São Paulo (SP).
O evento poderá ser acompanhado ao vivo pelo público pela internet, através do site: www.fmutv.net.br . Além disso, o público pode participar do lançamento, informando nome e telefone em um e-mail para o endereço: evento@fmu.br
No total, vão ser distribuídas 65 mil cartilhas escritas pela professora Ana Beatriz, que contam com textos e orientações destinados a professores, coordenadores, diretores e gestores escolares de instituições de ensino tanto públicas quanto privadas no estado de São Paulo.
Durante o mesmo evento, também serão lançados outros dois livros sobre o assunto: Além da “Bullying – Aspectos Educacionais”, de Gabriel Chalita, professor da instituição e “Bullying – Aspectos Jurídicos”, de Marco Aurélio Mello.
A FMU não se limita à cartilha no combate ao bullying. A instituição de ensino deixará a clínica de psicologia disponível para atender às vítimas da prática e pretende dar apoio científico às faculdades de Psicologia e Direito. Com isso, serão formadas mais ações para combater esse problema que sempre existiu, mas que somente após trágicos incidentes, como o do massacre em Realengo (RJ) é que se teve a noção exata do quão prejudicial pode ser essa prática.
Por Selma Isis
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