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As estações mais frescas do ano, outono e inverno são ideais para a realização de tratamentos estéticos, tanto corporais como faciais. Isso porque muitos dos tratamentos fazem a pele descamar, e como nessas duas estações ocorre uma menor incidência de raios solares, diminuem os riscos de deixar a pele com manchas ou cicatrizes.

Por isso, os tratamentos como os peelings costumam ser os mais procurados nos consultórios de dermatologia e clínicas de estética, já que podem ser realizados de uma forma mais profunda, proporcionando melhores resultados.

Famoso pode proporcionar um alto poder de rejuvenescimento, o peeling ajuda a aumentar a produção de colágeno na pele, além de amenizar cicatrizes, clarear manchas e melhorar as espinhas. No entanto, antes de iniciar esse tipo de tratamento, é preciso ficar atento aos riscos e benefícios.

Dermatologistas informam quais são os diferentes tipos de peeling disponíveis no mercado e suas indicações:

De acordo com os médicos, os procedimentos são semelhantes, o que diferencia os tipos de peeling são as camadas de pele que são tratadas por cada um deles.

Os próprios nomes dos tratamentos já identificam até onde as camadas da pele são atingidas. No caso do peeling superficial (também chamado de cristal) atinge a epiderme, a primeira camada da pele. O peeling médio costuma afetar a derme de maneira superficial. Por último, o peeling profundo atinge a derme com maior profundidade.

Veja para quais casos são indicados os diferentes tipos de peeling:

Cristal– serve para suavizar manchas e cicatrizes de acne, também dá mais brilho e fecha os poros da pele.

Superficial – indicado para atenuar os primeiros sinais da idade, também combate a acne ativa, melasma. Além disso, fecha os poros e deixa a pele mais homogênea.

Médio – recomendado para diminuir sinais menos severos de envelhecimento e de amenizar antigas cicatrizes.

Profundo – aplicado em peles com rugas acentuadas.

Por Selma Isis

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