Assim como nascemos e crescemos, inevitavelmente envelhecemos, e com isso, sentimos nosso corpo ficar mais frágil e vulnerável. Com os avanços da medicina e da qualidade de vida, a população em todo o mundo está ficando mais velha, inclusive no Brasil.
Mesmo com o crescimento da população de idosos, ainda existem poucas iniciativas e campanhas para a prevenção de quedas dos idosos. Esse é um tema em que familiares e pessoas próximas de idosos deve ter muita atenção, pois é um problema cada vez mais freqüente entre as pessoas da melhor idade.
Pessoas idosas ficam com os movimentos mais fracos e lentos, além de dificuldades na visão e audição. Esses fatores combinados com ambientes totalmente impróprios, como calçadas deficientes, excesso de escadas, tapetes escorregadios, entre outros colaboram no aumento das quedas dos idosos.
Como os ossos ficam mais frágeis com a idade, em especial nas mulheres, o risco de fraturas em idosos que sofrem quedas é muito alto. Médicos advertem que as fraturas são muito mais prejudiciais para os idosos do que em outras pessoas, pois geram um grande impacto em sua qualidade de vida, trazendo dor e incapacidade.
Por isso, para evitar as quedas, é preciso realizar um trabalho conjunto, tanto para fortalecer a musculatura, controle de medicamentos utilizados, além de adaptar os ambientes onde o idoso vive. Medidas como a prática de esportes, como o tai chi chuan e caminhadas, ajudam a melhorar a coordenação motora e o equilíbrio dos idosos.
Médicos também aconselham de que toda a medicação do idoso deve ser revista pelos profissionais que indicaram. É preciso atenção na hora do uso de remédios que afetam o cérebro, como os antidepressivos, pois aumentam o risco de quedas. Por isso os idosos devem informar aos seus médicos se tiveram efeitos colaterais após o uso dos medicamentos indicados.
Por Selma Isis
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Assunto: homens, idosos, medicina, Mulheres, ossos, qualidade de vida, risco