
Após milhares brasileiros terem adquirido a dengue onde o paciente pode ter dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo mais uma novidade está chegando para a nossa infelicidade, trata-se de uma doença chamada de Chikungunya que foi diagnosticada em pessoas que realizaram viagens ao exterior.
Assim como a dengue, a febre de chikungunya é transmitida pelo Aedes aegypti contaminado por vírus. Há casos também de contaminação provocada pelo mosquito Aedes albopictus.
Não há registro de circulação do vírus da doença nas Américas. Mesmo assim, o Ministério da Saúde avalia ser importante reforçar a vigilância, sobretudo diante do fato de o País apresentar grande quantidade de criadouros do mosquito. A doença provoca febre alta, dores de cabeça, mal-estar e dores nas articulações. Parte das pessoas infectadas desenvolve a forma crônica da doença, caracterizada por forte dores nas articulações, que duram entre seis meses a um ano.
A DOENÇA
O que é: Transmitida por um vírus, a doença provoca inicialmente febre alta, dor de cabeça, mal-estar e dores nas articulações dos pés e mãos. Parte dos pacientes pode desenvolver a forma crônica, em que as dores nas articulações duram até um ano. Mortalidade menor que 1%.
Forma de transmissão: Semelhante à da dengue, por meio da picada de mosquito transmissor contaminado. Dois mosquitos fazem parte da cadeia: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus. Não há transmissão de uma pessoa para outra.
Origem: O vírus é encontrado na África e Sudoeste Asiático. A primeira epidemia ocorreu na Tanzânia, entre 1952 e 1953.
Nome: O nome da doença tem origem num dos idiomas oficiais da Tanzânia, o swahili.
É uma referência à aparência curvada dos pacientes atendidos no sistema de saúde.
Ciclo da doença: Sintomas clínicos aparecem de dois a quatro dias após a picada do mosquito transmissor. Eles surgem de forma repentina e duram de sete a dez dias. A confirmação é feita por exame laboratorial.
Tratamento: Feito com paracetamol, para reduzir as dores e o desconforto. Quando necessário pacientes podem receber também anti-inflamatórios.
obs.: É importante que o tratamento seja realizado com o acompanhamento de um médico, nunca se auto- medique.
Fonte: Ministério da Saúde
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Assunto: doenças, saúde, utilidade pública